O Ministério das Relações Exteriores da China fez um apelo nesta quarta-feira (4) para que os Estados Unidos libertem imediatamente o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, que foram capturados em Caracas no dia anterior e estão sob custódia em uma prisão no Brooklyn, Nova York. O governo chinês considera essa ação uma violação do direito internacional e das normas estabelecidas pela ONU, reforçando sua posição como um dos principais aliados da Venezuela.
De acordo com o comunicado oficial, a China exige que os Estados Unidos garantam a segurança de Maduro e sua esposa, além de interromperem a tentativa de desestabilizar o governo venezuelano. Esta é a segunda manifestação do governo chinês sobre o caso, que já havia expressado seu choque em relação ao uso da força pelos Estados Unidos. A China condena firmemente essa ação como uma afronta a um país soberano.
O cenário atual se torna ainda mais tenso com a convocação de uma reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas prevista para amanhã (5), onde a situação da Venezuela será discutida. A postura da China pode influenciar as dinâmicas políticas na região e nas relações internacionais, especialmente entre os EUA e os seus aliados, à medida que a situação se desenrola.

