O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino, revelou que uma parte considerável da equipe de segurança do presidente Nicolás Maduro foi morta em um ataque das forças dos Estados Unidos, que culminou na captura do líder venezuelano. A declaração ocorreu durante uma transmissão ao vivo na manhã de domingo, após o evento que aconteceu no sábado. Padrino não forneceu informações detalhadas sobre o número de vítimas, mas afirmou que a situação exigiu uma resposta imediata das Forças Armadas venezuelanas.
Durante sua fala, o ministro reiterou o apoio à vice-presidente Delcy Rodríguez, que assumiu a presidência interina. Ele enfatizou que as Forças Armadas estão sendo ativadas em todo o país para proteger a soberania da Venezuela. Essa mobilização ocorre em um contexto de crescente tensão entre o governo venezuelano e as forças externas, refletindo uma crise de segurança que se intensifica no país.
As implicações desse ataque podem ser profundas, tanto para a estabilidade interna da Venezuela quanto para suas relações exteriores. A mobilização das Forças Armadas sugere uma resposta contundente do governo, que busca consolidar seu poder em meio à instabilidade. A situação permanece tensa e pode desencadear novos desdobramentos, conforme o governo tenta reafirmar seu controle sobre o território e a população.

