No último domingo, a União Europeia (UE) fez um apelo à moderação em relação à crise na Venezuela, ressaltando que o respeito à vontade do povo é essencial para a restauração da democracia no país. A declaração foi feita pelos 26 países do bloco, com exceção da Hungria, e foi acompanhada pela diplomata da UE, Kaja Kallas, que enfatizou a necessidade de evitar uma escalada do conflito.
A UE pediu calma entre todos os envolvidos na situação venezuelana, afirmando que é vital encontrar uma solução pacífica para a crise atual. Segundo Kallas, respeitar a vontade do povo não é apenas uma questão de política, mas também uma condição essencial para a estabilidade e recuperação da nação. O comunicado reflete a preocupação do bloco com a trajetória política e social da Venezuela.
As declarações da União Europeia podem influenciar o cenário político na Venezuela e estimular diálogos entre os diversos atores sociais e políticos. A posição do bloco sugere um compromisso em buscar soluções que priorizem a democracia e a participação popular, apontando para um possível recomeço nas relações internacionais da Venezuela, caso haja um avanço significativo nas respectivas medidas propostas.

