O Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, declarou que o país utilizará sua influência econômica e militar para moldar o futuro político da Venezuela, após a captura do presidente Nicolás Maduro em um ataque militar. A administração Trump, que anteriormente negou buscar uma mudança de regime, agora busca afirmar seu controle sobre a situação no país sul-americano. A captura de Maduro deixou a liderança da Venezuela em dúvida, gerando uma corrida pelo poder entre figuras da oposição.
Rubio tentou esclarecer que o objetivo dos EUA é promover uma transição democrática, mas enfatizou que um cronograma para eleições seria prematuro. O governo americano planeja aproveitar sua presença militar e um bloqueio de petróleo para influenciar o governo venezuelano, visando o fim do tráfico de drogas e aumentando o acesso aos recursos petrolíferos do país. Enquanto isso, líderes da oposição, como Edmundo Gonzáles Urrutia, reivindicam seu direito à presidência, complicando ainda mais a dinâmica política interna.
Com o futuro da Venezuela em jogo, a administração Trump espera que a nova liderança do país esteja disposta a atender às demandas americanas. A possibilidade de um segundo ataque militar permanece em aberto, caso o novo governo não se alinhe com os interesses dos EUA. A situação continua a evoluir, com analistas questionando a viabilidade dos planos de investimento na indústria petrolífera da Venezuela, enquanto a comunidade internacional observa atentamente.

