O presidente dos EUA, Donald Trump, iniciou 2026 com uma intervenção militar na Venezuela, capturando o líder Nicolás Maduro. A ação, considerada uma grave violação da soberania, gerou preocupações em países da região, como Colômbia e Cuba, que temem serem os próximos alvos de intervenções. A condenação do presidente colombiano, Gustavo Petro, e as reações de líderes cubanos destacam a crescente tensão nas relações diplomáticas.
Trump justificou sua ação ao afirmar que a Venezuela se tornara um abrigo para adversários e que sua administração estava disposta a expandir intervenções na América Latina. Ele evoca a Doutrina Monroe para reforçar a ideia de uma influência americana predominante na região. A busca por uma nova estratégia de segurança nacional, que inclui um foco em estados latino-americanos, reflete a intenção de restaurar a preeminência dos EUA no hemisfério ocidental.
As implicações dessa intervenção podem ser vastas, levando a um aumento das tensões internacionais e à possibilidade de novos conflitos. O descontentamento entre as nações vizinhas e a retórica agressiva de Trump podem resultar em ações retaliatórias ou em uma maior cooperação entre os países afetados. O futuro das relações diplomáticas na América Latina está incerto, com a comunidade internacional observando atentamente os próximos passos dos Estados Unidos.

