Um dia após bombardear a Venezuela, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez ameaças de anexar a Groenlândia, território vinculado à Dinamarca, e sugeriu uma ação militar contra o governo da Colômbia, liderado por Gustavo Petro. A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, repudiou as declarações, enfatizando que os EUA não têm qualquer direito sobre a Groenlândia e apelando pelo fim das ameaças contra um aliado histórico.
Frederiksen também destacou que a Dinamarca é parte da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e possui um acordo de defesa com os EUA, que garante amplo acesso à Groenlândia. O primeiro-ministro da Groenlândia, Jens Frederik Nielsen, também se manifestou, considerando as ameaças desrespeitosas e inaceitáveis. A situação se complica ainda mais com a insistência de Trump em vincular os assuntos da Groenlândia a questões de segurança nacional em resposta à presença de navios russos e chineses na região.
Além das ameaças à Groenlândia, Trump acusou o presidente colombiano de ser responsável pela produção de cocaína e sugeriu que a ação militar

