Em 5 de janeiro de 2026, o presidente russo, Vladimir Putin, enfrentou uma reviravolta diplomática após a captura do líder venezuelano, Nicolás Maduro, pelas forças dos Estados Unidos. O Ministério das Relações Exteriores da Rússia expressou sua indignação, rotulando as ações de Washington como uma forma de ‘pirataria moderna’ e uma ameaça ao controle da Venezuela, que possui as maiores reservas de petróleo do mundo.
A Rússia, que havia estabelecido uma parceria estratégica com Maduro, agora observa com preocupação a crescente influência dos EUA na América Latina. Embora a perda de um aliado seja um golpe para Moscou, alguns analistas acreditam que a situação pode permitir à Rússia explorar novas oportunidades no cenário global, especialmente se os EUA se encontrarem atolados em suas próprias operações na Venezuela.
As repercussões dessa captura podem ser significativas, não apenas para a política interna da Venezuela, mas também para as relações internacionais. A Rússia tem se esforçado para consolidar sua influência em ex-repúblicas soviéticas, e as ações dos EUA podem ser vistas como uma resposta à rivalidade crescente entre as duas potências, que poderia intensificar a luta por influência na região.

