No início de 2026, as tensões geopolíticas reacenderam preocupações no mercado financeiro, levando investidores a priorizar setores de defesa, tecnologia e energia. O professor Vitélio Brustolin, em uma análise para o programa Mercado, apontou que os Estados Unidos estão buscando reconfigurar sua influência na América do Sul, refletindo uma tendência global de preparação para conflitos em vez de conciliações.
Os gastos militares globais atingem patamares recordes, com previsões de mais de US$ 2,7 trilhões em 2024. A captura de um líder político na Venezuela foi um dos gatilhos, embora seu impacto imediato no mercado de petróleo tenha sido limitado. No entanto, a demanda por segurança e ativos de proteção está crescendo, indicando uma mudança significativa nas dinâmicas econômicas globais.
O Brasil, embora não esteja no centro do conflito, se torna um player central no mercado de recursos estratégicos, como petróleo e minerais críticos. O economista André Galhardo destacou a importância do país nesse novo contexto, onde o controle de insumos estratégicos pode significar maior poder e influência. O cenário atual sugere que o

