O Museu do Louvre, em Paris, reabriu suas portas ao público em 5 de janeiro de 2026, após dois meses de inatividade devido a um roubo de joias e uma greve de seus funcionários. A reabertura, que ocorreu com um atraso de três horas, não incluiu alguns setores que seguem fechados em razão da mobilização dos trabalhadores, que exigem melhorias nas condições de trabalho e salários.
Os funcionários do museu se reuniram antes da reabertura para discutir a possibilidade de retomar uma greve rotativa. O movimento, que teve início em dezembro, foi suspenso antes do Natal, mas as questões de sobrecarga e má administração ainda permanecem em pauta. Os sindicatos reivindicam mais contratações e melhor gestão dos recursos disponíveis, especialmente após um recente vazamento de água que danificou obras importantes.
As implicações da greve e das demandas dos funcionários são significativas para o Louvre, que é o museu mais visitado do mundo. A administração enfrenta o desafio de equilibrar a experiência dos visitantes com as exigências dos trabalhadores, especialmente em um momento onde a reputação e a infraestrutura do museu estão sob escrutínio. A continuidade dos protestos pode afetar ainda mais a operação do Louvre e, consequentemente, sua capacidade de atrair turistas.

