No dia 5 de janeiro de 2026, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, requisitou à Polícia Federal que esclarecesse as queixas feitas pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro. Os advogados alegam que o barulho do ar-condicionado na cela onde Bolsonaro está detido causa desconforto e prejudica suas condições de saúde e tranquilidade.
A defesa, que protocolou a reclamação em 2 de janeiro, argumenta que, apesar de o ex-presidente estar em uma Sala de Estado-Maior, o ambiente não oferece as condições mínimas necessárias. Moraes, ao analisar o pedido, não tomou medidas imediatas, mas enviou a petição à Superintendência Regional da PF, que deve responder em até cinco dias sobre as condições do local.
A resposta da Polícia Federal será fundamental para determinar se serão adotadas novas providências em relação ao cumprimento da pena de Bolsonaro. O ministro poderá decidir por eventuais ajustes nas condições de detenção, dependendo da avaliação do órgão, refletindo a tensão contínua em torno do caso do ex-presidente e sua situação judicial.

