Maduro se declara inocente de tráfico de drogas em tribunal de Nova York

Amanda Rocha
Tempo: 1 min.

Nicolás Maduro, ex-presidente da Venezuela, se apresentou em um tribunal de Nova York nesta segunda-feira, onde se declarou inocente das acusações de tráfico de drogas. Durante sua primeira audiência nos EUA, ele se referiu a si mesmo como “um prisioneiro de guerra” e insistiu em sua inocência, afirmando que é um “homem decente”. O tribunal ouviu também a declaração de sua esposa, que também se declarou inocente das mesmas acusações.

As acusações contra Maduro incluem narco-terrorismo e conspiração para importar cocaína, com possíveis penas de prisão perpétua. Durante a audiência, ele reiterou que ainda se considera o presidente da Venezuela, desafiando a legitimidade do governo dos EUA em não reconhecer sua liderança. Seus advogados argumentam que ele possui imunidade por ser chefe de um estado soberano, uma posição contestada pelas autoridades americanas.

O tribunal durou menos de 30 minutos, e tanto Maduro quanto sua esposa concordaram em permanecer sob custódia. A próxima audiência está agendada para o dia 17 de março. Enquanto deixava o tribunal, Maduro reafirmou sua posição, chamando-se de “presidente sequestrado” e “prisioneiro de guerra”, refletindo a complexidade da situação política que envolve sua liderança e as relações entre os dois países.

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