Na reunião do Conselho de Segurança da ONU em 5 de janeiro de 2026, o representante dos Estados Unidos, Mike Waltz, acusou o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, de ser um narcoterrorista. Waltz defendeu a operação que resultou na prisão de um narcotraficante, afirmando que essa ação visa combater a desestabilização promovida por Maduro no Hemisfério Ocidental, além de mitigar ameaças à segurança dos cidadãos norte-americanos.
O embaixador dos EUA destacou que a operação não representa uma guerra contra a Venezuela, mas sim uma aplicação da lei em resposta a décadas de ações ilícitas atribuídas a Maduro e sua esposa. Ele reafirmou a falta de legitimidade de Maduro, citando manipulações eleitorais e a repressão ao povo venezuelano como razões para a intervenção americana. A comparação feita com a prisão de Manuel Noriega foi utilizada para ilustrar a intenção de trazer segurança tanto para o Panamá quanto para os Estados Unidos.
Waltz reforçou que as ações dos EUA buscam garantir um futuro melhor para a Venezuela e impedir que o país se torne um centro de operações para adversários dos Estados Unidos. Ele argumentou que a administração Trump tentou várias vezes a diplomacia, mas Maduro não aceitou as propostas. Assim, os EUA continuarão firmes em suas ações para combater o narcoterrorismo e proteger seus cidadãos.

