Em 5 de janeiro de 2026, o presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, Mike Johnson, afirmou que não há planos para o envio de tropas à Venezuela, destacando a expectativa de convocação de eleições no país. A declaração ocorreu após uma audiência a portas fechadas com altos funcionários do governo anterior, incluindo Marco Rubio e Pete Hegseth, onde discutiram a situação política da Venezuela.
Johnson reafirmou sua posição de que os EUA não se envolverão militarmente, mas sim pressionarão o governo interino para que as mudanças políticas avancem. Ele mencionou a captura do ex-presidente Nicolás Maduro e a posse da vice-presidente Delcy Rodríguez como eventos cruciais que moldam o futuro político da Venezuela. Apesar da ação militar recente, a administração Biden se concentra em soluções diplomáticas.
O líder da minoria democrata no Senado, Chuck Schumer, criticou a abordagem do governo, alegando que os planos são vagos e baseados em ilusões. O contexto atual levanta questões sobre a eficácia da estratégia americana e suas possíveis repercussões na estabilidade da região. Enquanto isso, Johnson defendeu a legalidade das ações militares, reiterando a necessidade de um diálogo construtivo com o novo governo venezuelano.

