Adriano Neves, presidente da Avanade Brasil, aborda a ascensão dos agentes de inteligência artificial, que estão se tornando cada vez mais comuns na rotina pessoal das pessoas. Esses programas são projetados para executar tarefas digitais de forma autônoma, utilizando algoritmos complexos para tomar decisões e realizar ações em sequência. Com essa evolução, muitos acreditam que, em breve, todos terão um agente de IA para auxiliar em suas atividades diárias.
Neves explica que esses agentes vão além de simples chatbots, como os conhecidos Gemini e ChatGPT, pois são capazes de gerenciar e-mails, organizar agendas, e até auxiliar no aprendizado e na criatividade. Segundo ele, a principal vantagem é a economia de tempo, permitindo que as pessoas se concentrem em atividades mais significativas. Além disso, a interação adequada com esses agentes é essencial para garantir a eficácia do trabalho colaborativo entre humanos e máquinas.
O futuro aponta para uma integração ainda maior dos agentes de IA nas diversas esferas da vida, com a possibilidade de surgirem assistentes digitais mais sofisticados e personalizados. No entanto, a separação entre os ambientes profissional e pessoal pode limitar a adoção de um único agente centralizado. O crescente uso de ferramentas de baixo código para a criação de soluções personalizadas indica uma democratização da tecnologia, tornando-a acessível a um público mais amplo.

