Na tarde de segunda-feira, a Cinelândia, localizada no Rio de Janeiro, foi palco de uma manifestação em massa contra o sequestro do presidente venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. O ato ocorreu após um ataque militar dos Estados Unidos na capital Caracas, no último sábado, 3 de janeiro. A Frente de Esquerda Anti-imperialista em Solidariedade à Venezuela organizou o evento, reunindo centenas de pessoas preocupadas com a situação na Venezuela.
Os manifestantes expressaram indignação em relação à intervenção militar dos EUA, que resultou na prisão de Maduro, acusado de narcoterrorismo. Durante a manifestação, diversos venezuelanos presentes compartilharam suas opiniões, destacando a violência que acreditam ser perpetrada contra seu país e a importância da Constituição Bolivariana. Entre eles, estavam estudantes e artistas que ressaltaram a necessidade de resistência e solidariedade regional diante da crise.
As implicações desse evento vão além das fronteiras venezuelanas, refletindo uma crescente preocupação com a soberania na América Latina. Líderes e cidadãos expressaram a necessidade de uma resposta significativa à intervenção dos Estados Unidos, enfatizando a urgência de uma ação coletiva para preservar a estabilidade na região. O clima de tensão e o apelo à solidariedade interamericana marcam um momento crítico nas relações internacionais na América Latina.

