Na noite de segunda-feira (5), João Ricardo Mendes, ex-CEO da Hurb, foi preso no Aeroporto Regional de Jericoacoara, no Ceará. Ele tentava embarcar em um voo para Guarulhos, em São Paulo, utilizando um documento falso, o que levou os funcionários da companhia aérea a alertar a Polícia Militar. Durante a abordagem, os agentes notaram que ele estava usando uma tornozeleira eletrônica, que estava descarregada.
Mendes já possui um histórico criminal, tendo sido preso em abril de 2025 no Rio de Janeiro por roubo de obras de arte, quando foi acusado de furtar itens de um hotel e de um escritório. Após três meses detido, ele obteve liberdade condicionada ao uso da tornozeleira. O prejuízo estimado com os furtos foi de R$ 23 mil, e o empresário estava sendo investigado novamente após denúncias de ameaças e injúria racial contra ex-funcionários da Hurb.
A prisão no Ceará levanta questões sobre a segurança e a eficácia das medidas de monitoramento de pessoas com antecedentes criminais. A defesa de Mendes ainda não se pronunciou sobre o caso, e as repercussões de sua detenção podem impactar ainda mais sua imagem pública e os negócios da Hurb, que já enfrentava dificuldades financeiras. A situação ressalta a necessidade de um acompanhamento mais rigoroso de indivíduos com históricos de crimes e as implicações legais decorrentes de suas ações.

