A defesa de Filipe Martins, ex-assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro, apresentou um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para revogar a prisão preventiva do réu. De acordo com os advogados, Martins não utilizava o LinkedIn desde 2024, antes da imposição da proibição de uso de redes sociais. A prisão foi decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, que considerou um suposto acesso à plataforma como uma violação das condições impostas pela Corte.
No pedido, a defesa apresentou um relatório que comprova que o último login de Martins no LinkedIn ocorreu em 2024, período anterior à resolução que restringia o uso de redes sociais. Os advogados afirmam que a prisão é

