Trump reativa plano para Groenlândia e provoca tensões na Europa

Camila Pires
Tempo: 2 min.

A Casa Branca anunciou que o presidente Donald Trump está considerando diversas opções para expandir a presença dos Estados Unidos na Groenlândia, incluindo a possibilidade de pressão militar. A afirmação foi feita em 6 de janeiro de 2026, e imediatamente provocou reações da Dinamarca e de outros países europeus que temem por sua estabilidade na região do Ártico.

A Groenlândia, sob a jurisdição da Dinamarca, é vista como um território estratégico devido à sua localização e recursos naturais. O governo americano argumenta que o controle sobre a ilha é vital para fortalecer a defesa contra adversários no Ártico, como Rússia e China. A retórica de Trump sobre a Groenlândia se intensificou, especialmente após a recente operação militar americana na Venezuela, elevando a tensão nas relações transatlânticas.

As reações europeias foram rápidas, com uma declaração conjunta de várias nações reafirmando que o futuro da Groenlândia deve ser decidido por seu povo e não por pressões externas. A primeira-ministra dinamarquesa e o primeiro-ministro groenlandês expressaram preocupações sobre a possibilidade de um ataque militar entre aliados da OTAN, destacando os riscos à coesão da aliança. A situação sublinha a crescente importância da Groenlândia no cenário geopolítico global e o impacto das políticas americanas na estabilidade da região.

Compartilhe esta notícia