José Adrián Corona Radillo, presidente do grupo Corona, foi sequestrado em Atenguillo, no México, enquanto estava em viagem com a família. Seu corpo foi encontrado nas proximidades de uma rodoviária federal no dia 29 de dezembro de 2025, mas a notícia do crime só foi divulgada pela imprensa mexicana em 6 de janeiro de 2026. As autoridades locais iniciaram as investigações imediatamente após o sequestro, mas o empresário já havia sido morto quando seu corpo foi localizado.
Durante o sequestro, os criminosos roubaram alguns pertences de Radillo antes de levá-lo. O Ministério Público revelou que o corpo apresentava sinais de violência e ferimentos de arma de fogo, indicando a gravidade da situação. O grupo Corona, do qual Radillo era presidente, se especializa na produção de bebidas alcoólicas, embora não esteja relacionado à famosa cerveja Corona, que pertence ao grupo Modelo.
Este trágico incidente levanta sérias questões sobre a segurança no México, um país que enfrenta altos índices de criminalidade e violência. As autoridades estão sob pressão para intensificar as investigações e garantir a segurança da população. O caso de Radillo pode ser um catalisador para discussões sobre medidas de segurança mais eficazes e a luta contra o crime organizado na região.

