O ministro do Interior da Venezuela, Diosdado Cabello, declarou em 8 de janeiro de 2026 que o número de mortos após os ataques dos Estados Unidos subiu para 100. O ataque, que ocorreu em 3 de janeiro, resultou também em ferimentos ao presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, que foram capturados e levados para os Estados Unidos. Cabello relatou que, inicialmente, o governo havia informado sobre 56 mortos, incluindo 24 militares venezuelanos e 32 cubanos.
Durante uma transmissão na TV estatal, Cabello descreveu o ataque como ‘terrível’ e detalhou os ferimentos sofridos por Maduro e sua esposa. Segundo ele, Cilia sofreu um golpe na cabeça e no corpo, enquanto Maduro teve uma lesão em uma das pernas. Ambos estão se recuperando, de acordo com o ministro, que enfatizou a gravidade da situação e o impacto dos ataques na nação.
Os bombardeios realizados pelos EUA atingiram diversas instalações militares e governamentais da Venezuela, culminando na captura de Maduro e Flores, que são acusados de envolvimento com o narcotráfico. A situação gera preocupações sobre a escalada das tensões entre os dois países e seus desdobramentos no cenário internacional, especialmente em relação à segurança e à política na América Latina.

