Na quinta-feira (8), a Venezuela anunciou a libertação de um ‘número importante’ de presos políticos, destacando a influência do ex-presidente Donald Trump no processo. Esta ação ocorre após a captura do presidente deposto Nicolás Maduro e marca um momento significativo na presidência interina de Delcy Rodríguez. O chefe da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, afirmou que a decisão visa promover a convivência pacífica no país.
As libertações incluem cidadãos venezuelanos e estrangeiros, com destaque para cinco espanhóis, incluindo a ativista Rocío San Miguel. A ONG Foro Penal, que monitora os presos políticos, comemorou a notícia, embora a quantidade total de libertações não tenha sido divulgada. A situação tem gerado expectativa e apreensão entre os familiares dos detentos, que esperam por mais informações sobre seus entes queridos.
Com as libertações, surgem questionamentos sobre as implicações políticas e sociais na Venezuela. A ação é vista como um reflexo das relações recentes entre o governo interino e os Estados Unidos, que buscam maior controle sobre a venda de petróleo do país. A divisão de opiniões entre os venezuelanos sobre essa nova dinâmica evidencia a complexidade da crise política e humanitária vivida na nação.

