Rússia realiza ataque com mísseis nucleares na Ucrânia e causa mortes

Amanda Rocha
Tempo: 2 min.

Na sexta-feira, 9 de janeiro de 2026, a Rússia lançou um ataque massivo contra a Ucrânia, utilizando mísseis, incluindo um de capacidade nuclear. O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky informou que o ataque causou danos a vinte prédios, incluindo a embaixada do Catar, além de resultar em pelo menos quatro mortes. A ofensiva foi classificada pela Rússia como uma retaliação a um suposto ataque ucraniano à residência de Vladimir Putin.

A Força Aérea Ucraniana confirmou que 36 mísseis e 242 drones foram disparados durante a operação, destacando que, embora o míssil hipersônico Oreshnik tenha capacidade nuclear, não há evidências de que ele tenha sido usado dessa forma. O ataque visou infraestruturas críticas, incluindo fábricas de drones e instalações de energia, conforme declarado pelo Ministério da Defesa da Rússia, que justificou a ofensiva como resposta a provocações ucranianas.

Andrii Sybiha, ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, classificou o ataque como uma grave ameaça à segurança da Europa, e expressou a necessidade de uma resposta internacional mais firme contra Moscou. A situação permanece tensa, com implicações sérias para a dinâmica de segurança na região e um possível aumento da pressão sobre os aliados da Ucrânia para reagir a essa escalada de hostilidades.

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