Fernando Collor de Mello, ex-presidente do Brasil, cumpre pena em prisão domiciliar em uma cobertura em Maceió, Alagoas, desde maio de 2025, após ser condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a oito anos e seis meses por corrupção. Em sua residência, Collor tem recebido visitas de políticos, advogados e jornalistas, todas autorizadas pelo ministro Alexandre de Moraes. Uma das visitas mais recentes ocorreu na última segunda-feira, quando o deputado Paulinho da Força o encontrou em um encontro justificado como ‘institucional e humanitário’.
Desde sua condenação, Collor já foi visitado por familiares, amigos e profissionais de saúde, além de advogados de Brasília. O ex-presidente enfrenta problemas de saúde, incluindo Parkinson, o que motivou sua transferência para o regime domiciliar. Em outubro, ele precisou explicar ao STF sobre violações em sua tornozeleira eletrônica, que foram consideradas pontuais e resultantes de problemas técnicos, sem implicações adicionais para sua liberdade.
Além das visitas, a situação de Collor levanta debates sobre as condições e privilégios de detentos com saúde debilitada, especialmente em casos de figuras públicas. O ex-presidente, que foi considerado culpado por um esquema de corrupção envolvendo a BR Distribuidora, cumpre a pena com restrições, incluindo a proibição de deixar o país e a apreensão de seus passaportes. O andamento de seu caso e as visitas recebidas podem influenciar a percepção pública sobre a justiça e a aplicação das leis no Brasil.

