Papa Leão 14 condena diplomacia militar e defende direitos humanos no Vaticano

Jackelline Barbosa
Tempo: 1 min.

No dia 9 de janeiro de 2026, o Papa Leão 14 proferiu um discurso no Vaticano, no qual criticou a crescente dependência da força militar nas relações internacionais. O pontífice enfatizou que a diplomacia deveria priorizar o diálogo e a busca de consenso, alertando para a fragilidade das instituições diante de conflitos globais. Seu tom inflamado refletiu uma preocupação com o que ele chamou de ‘zelo pela guerra’.

O discurso abordou também a situação na Venezuela, onde Leão 14 pediu que as nações respeitem a vontade do povo e protejam seus direitos humanos. Ele mencionou a captura do presidente venezuelano e ressaltou a necessidade de salvaguardar as liberdades civis. Este foi o primeiro discurso formal de política externa do Papa, marcado por um tom mais assertivo em comparação com seu antecessor.

Leão 14, que anteriormente atuou como missionário no Peru, usou a ocasião para abordar questões de direitos humanos e criticou a crescente restrição da liberdade de expressão. Ele apontou uma nova forma de discriminação religiosa enfrentada por cristãos em várias partes do mundo. Este discurso sinaliza um posicionamento firme do novo papa em relação aos desafios globais contemporâneos.

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