A Venezuela começou a libertar um número significativo de presos políticos, conforme anunciado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, que afirmou que essa atitude levou ao cancelamento de uma nova onda de ataques contra o país. A medida ocorre após uma operação militar em janeiro, que visava capturar Nicolás Maduro, e representa uma tentativa de sinalizar a busca por paz na nação sul-americana.
O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, confirmou a libertação de detidos por motivos políticos, incluindo cinco cidadãos espanhóis. Entre os libertados estão figuras políticas notáveis e ativistas de direitos humanos, como Rocío San Miguel, além de ex-candidatos presidenciais, o que gera expectativas sobre um possível diálogo político no país e uma mudança na dinâmica das relações com a comunidade internacional.
Com essa ação, observa-se uma tentativa de Maduro de mitigar as tensões internas e externas que cercam seu governo, especialmente diante das sanções impostas pelos EUA. A libertação pode ser interpretada como um gesto estratégico para reforçar a legitimidade do governo venezuelano, embora a oposição e a comunidade internacional permaneçam céticas sobre a efetividade de tais medidas em promover uma real estabilidade política no país.

