No dia 9 de janeiro de 2026, as forças armadas dos Estados Unidos realizaram a apreensão do petroleiro Olina no Caribe, dando continuidade à sua campanha de pressão sobre o setor de petróleo da Venezuela. Esta ação representa a quinta operação do tipo contra embarcações associadas ao governo de Nicolás Maduro, que enfrenta sanções internacionais rigorosas. A secretária do Interior americana, Kristi Noem, destacou que a abordagem foi feita sem incidentes e em conformidade com a legislação vigente.
O Olina, que navegava sob a bandeira de Timor-Leste, já havia sido sancionado por Washington devido ao transporte de petróleo russo. A operação ocorreu apenas dois dias após a apreensão de dois outros petroleiros, incluindo o Marinera, que também foi interceptado próximo à Islândia. Essa sequência de ações reflete a contínua tensão nas águas internacionais, onde os Estados Unidos buscam restringir as atividades da chamada ‘frota fantasma’ da Venezuela, que tenta evitar as sanções impostas.
Além de reafirmar o compromisso dos EUA em controlar o comércio petrolífero venezuelano, a operação levanta questões sobre a legalidade das ações americanas no cenário internacional. Especialistas em direito internacional criticaram as sanções unilaterais e o bloqueio, considerando-os uma violação da autodeterminação dos cidadãos venezuelanos. À medida que a situação evolui, as tensões entre os Estados Unidos e a Rússia também se intensificam, complicando ainda mais as relações diplomáticas na região.

