Defesa de Vorcaro nega contratação de influenciadores para atacar o BC

Carlos Eduardo Silva
Tempo: 1 min.

A defesa de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, se manifestou ao Supremo Tribunal Federal (STF) negando ter contratado influenciadores para descreditar o Banco Central (BC). Em um documento dirigido ao ministro Dias Toffoli, relator do caso, a defesa expressou que Vorcaro não teve envolvimento ou conhecimento sobre qualquer prática de difamação contra a instituição financeira.

A acusação levanta questões sobre a ética nas redes sociais, uma vez que documentos e mensagens indicam que foram oferecidos contratos de até R$ 2 milhões a influenciadores para criar um movimento contra o BC, com cláusulas de sigilo rigorosas. A defesa também pediu a abertura de um inquérito para apurar possíveis crimes contra a honra relacionados ao caso do Banco Master, que passa por um processo de liquidação definido pelo BC.

Além da negativa, a defesa solicitou ao STF a realização de uma conciliação envolvendo o Banco Master, o Banco Central, o Ministério Público Federal e outras partes interessadas. O objetivo é discutir os termos da liquidação, um passo crucial para resolver a situação do banco e as implicações legais decorrentes das acusações feitas.

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