O Irã enfrenta uma onda de protestos desde 28 de dezembro, resultando em pelo menos 50 mortes e mais de 2.270 detenções, de acordo com agências de direitos humanos. As manifestações, estimuladas por um apelo do príncipe herdeiro exilado, Reza Pahlavi, ocorrem em meio ao bloqueio de internet e telefonia internacional pelo governo, que busca controlar a comunicação e a difusão de informações.
Os manifestantes, em sua maioria jovens, têm se reunido nas ruas de Teerã e em outras cidades, clamando por liberdade e criticando a teocracia. O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, qualificou os protestos como ações de

