No início de 2026, Donald Trump ordenou um ataque à Venezuela, culminando na captura de Nicolás Maduro. O presidente dos Estados Unidos declarou que seu governo estava agora em controle do país sul-americano, enquanto se preparava para extrair suas riquezas petrolíferas. A declaração foi feita durante um voo de volta a Washington, evidenciando uma nova era na política externa americana.
Essa ação provocou reações mistas, com críticos argumentando que se trata de um expansionismo disfarçado, embora defensores da política externa dos EUA considerem que é apenas uma continuação da abordagem tradicional do país na região. A situação na Venezuela, já marcada por crises políticas e econômicas, agora se complica ainda mais com essa intervenção direta. O envolvimento de empresas americanas na exploração dos recursos do país é um ponto central desse debate.
As implicações desse ataque são profundas, não apenas para a Venezuela, mas para as relações internacionais e a postura dos EUA na América Latina. A captura de Maduro pode desencadear uma série de reações adversas, tanto internas quanto externas, além de acentuar as tensões geopolíticas na região. O futuro da política americana na Venezuela e sua repercussão no cenário global ainda permanecem incertos.

