Neste domingo (11), o presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, reagiu às declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que pressionou a ilha a firmar um acordo. Díaz-Canel afirmou que ‘ninguém dita o que fazemos’, destacando a liberdade e a soberania de Cuba, em meio a uma série de advertências do líder americano sobre possíveis consequências econômicas.
Em sua resposta, Díaz-Canel reforçou que Cuba está ‘se preparando’ e disposta a defender sua pátria ‘até a última gota de sangue’. Isso ocorre em um cenário onde Trump mencionou que o fluxo de petróleo e dinheiro da Venezuela para Cuba poderia ser interrompido caso a ilha não atue em conformidade com as exigências dos Estados Unidos.
Essas trocas de declarações intensificam as tensões entre Cuba e os EUA, refletindo um cenário geopolítico complexo. As implicações dessas interações podem afetar as relações diplomáticas e econômicas entre os países, além de impactar a dinâmica interna de Cuba e sua relação com a Venezuela.

