Fiscalização do TCU respeita discricionariedade do Banco Central, diz Jhonatan de Jesus

Amanda Rocha
Tempo: 2 min.

O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Jhonatan de Jesus, afirmou que a fiscalização do Banco Central (BC) seguirá os procedimentos legais estabelecidos. Em reunião realizada no dia 12 de janeiro de 2026, o ministro reforçou a capacidade do TCU de monitorar as ações do BC, destacando a importância de respeitar a discricionariedade técnica da instituição. A inspeção foi autorizada em meio a um contexto de supervisão das atividades da autoridade monetária.

Durante o encontro, Jhonatan de Jesus ressaltou que o diálogo entre o TCU e o BC é fundamental para fortalecer a segurança jurídica e a estabilidade das decisões públicas. O tom da reunião foi descrito como amistoso e cooperativo, o que pode facilitar futuras interações entre as duas entidades. Além disso, a inspeção ocorrerá segundo os trâmites regimentais normais, seguindo o devido processo legal.

As interações entre os dois órgãos refletem uma nova fase de supervisão e diálogo, com a expectativa de que os resultados da fiscalização contribuam para a transparência e a responsabilidade nas ações do BC. A próxima etapa da inspeção está prevista para ser discutida em uma reunião futura, onde o TCU pode avaliar as ações do Banco em relação à liquidação de instituições financeiras, como o Banco Master, decretada em novembro de 2025.

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