Dinamarca e Groenlândia discutem segurança do Ártico com EUA

Fernanda Scano
Tempo: 1 min.

Em 13 de janeiro de 2026, os ministros das Relações Exteriores da Dinamarca e da Groenlândia se reuniram na Casa Branca com o vice-presidente dos EUA, JD Vance, e o secretário de Estado, Marco Rubio. O encontro foi convocado após pressões do ex-presidente Donald Trump, que havia manifestado interesse em adquirir a Groenlândia, gerando tensões diplomáticas entre os países envolvidos.

O ministro dinamarquês, Lars Lokke Rasmussen, e a ministra groenlandesa, Vivian Motzfeldt, procuraram discutir as implicações da presença militar da Otan no Ártico. Desde 1979, a Groenlândia vem se aproximando da independência, um objetivo apoiado por todos os partidos políticos do Parlamento local. A reunião é vista como uma tentativa de esclarecer as intenções dos EUA e reforçar a soberania groenlandesa.

Além da reunião com os EUA, o ministro da Defesa da Dinamarca anunciou um encontro em Bruxelas com a Otan, visando discutir a segurança na região. A Dinamarca planeja aumentar sua presença militar na Groenlândia, com exercícios em colaboração com outros países da aliança em 2026. Essa movimentação destaca a importância estratégica do Ártico e a necessidade de um diálogo contínuo sobre segurança regional.

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