No dia 13 de janeiro de 2026, o Ministério da Saúde do Brasil anunciou que a vacina contra herpes zóster, que havia sido considerada para inclusão no Sistema Único de Saúde (SUS), foi vetada. O impacto financeiro estimado para a implementação da vacina seria de R$ 5,2 bilhões ao longo de cinco anos, levantando preocupações sobre a sustentabilidade do sistema de saúde pública.
A decisão foi recebida com críticas por parte de especialistas e defensores da saúde pública, que argumentam que a vacina poderia reduzir significativamente a incidência da doença e suas complicações. A herpes zóster, uma infecção viral que pode causar dor intensa e complicações, afeta especialmente idosos, tornando a vacinação uma questão de saúde prioritária.
O veto à vacina levanta questões sobre as prioridades do Ministério da Saúde e o acesso a tratamentos preventivos no Brasil. Com a saúde pública em foco, o desdobramento dessa decisão poderá influenciar futuras políticas de vacinação e a abordagem do governo em relação a doenças que afetam a população mais vulnerável.

