A Promotoria da Coreia do Sul pediu, em 13 de janeiro de 2026, a pena de morte para o ex-presidente Yoon Suk Yeol, acusado de tentar um golpe ao declarar lei marcial em dezembro de 2024. O promotor afirmou que Yoon mobilizou o Exército para interromper o funcionamento da Assembleia Nacional, violando a ordem constitucional. Yoon, que negou as acusações, enfrenta atualmente oito processos judiciais relacionados a este e outros escândalos durante seu mandato.
O caso de Yoon levantou questões significativas sobre a estabilidade política na Coreia do Sul, onde a legislação permite a pena de morte, embora não seja aplicada há quase 30 anos. Durante as alegações finais, o promotor destacou que a ação de Yoon visava manter-se no poder, ao invés de proteger a democracia. O tribunal deve avaliar as evidências e decidir sobre o futuro do ex-presidente em fevereiro.
Este desdobramento é crucial para o sistema judicial sul-coreano, que já enfrentou desafios em casos de corrupção e abusos de poder entre ex-líderes. O atual governo manifestou confiança de que a justiça será feita de acordo com as normas legais. Com a atenção voltada para o julgamento, a sociedade sul-coreana aguarda um desfecho que poderá impactar a política do país nos próximos anos.

