Na terça-feira, 13 de janeiro de 2026, o governo da Costa Rica anunciou ter identificado um suposto plano para assassinar o presidente Rodrigo Chaves Robles. A revelação ocorre a menos de três semanas das eleições presidenciais, marcadas para 1º de fevereiro. Informações recebidas pela Direção de Inteligência e Segurança Nacional (DIS) indicam que um assassino de aluguel teria sido contratado para executar o atentado.
O diretor da DIS, Jorge Torres Carrillo, formalizou uma denúncia ao Ministério Público sobre o caso e afirmou que existem evidências, como capturas de tela e dados de transações financeiras, que sustentam as alegações. Torres expressou preocupação com a situação, afirmando que um pagamento a um assassino coloca o presidente em alerta. Em resposta, as autoridades reforçaram a segurança do chefe de Estado enquanto a investigação se desenrola.
Rodrigo Chaves, que assumiu a presidência em 2022, enfrenta um ambiente político tumultuado, marcado por tentativas de retirar sua imunidade para permitir processos judiciais. Essas disputas refletem a polarização política na Costa Rica, um dos poucos países da região que proíbe a reeleição consecutiva. O desdobramento desta investigação poderá ter implicações significativas para a estabilidade política do país nas próximas semanas.

