O membro do Comitê de Política Monetária do Banco da Inglaterra (BoE), Alan Taylor, afirmou que a inflação no Reino Unido deverá atingir a meta de 2% até meados de 2026. Essa previsão é impulsionada por importações mais baratas da China, que têm permitido cortes nos custos de empréstimos. Taylor fez essas declarações em encontro realizado na quarta-feira, destacando a importância do cenário econômico global para a inflação britânica.
Ele mencionou que empresas chinesas estão se adaptando à pressão das tarifas nos EUA ao buscar novos clientes no Reino Unido e em outras partes da Europa, o que tem contribuído para a redução de preços. Além disso, o orçamento do governo britânico prevê medidas que visam baixar os custos de energia. Esses fatores devem pressionar a inflação para baixo, oferecendo um novo cenário para a política monetária do país.
Os comentários de Taylor indicam sua intenção de votar por um corte na taxa principal do BoE durante a reunião de fevereiro. Ele tem defendido uma abordagem mais rápida para a redução das taxas em comparação com seus colegas. Com a inflação se aproximando da meta, as perspectivas para a política monetária britânica podem mudar, permitindo uma normalização mais rápida das taxas de juros.

