O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu que todo o material apreendido na investigação sobre o Banco Master deve ser lacrado e mantido sob custódia do tribunal. Essa medida pode resultar na perda de provas relevantes, conforme alertaram fontes próximas à investigação. Agentes da Polícia Federal já expressaram preocupação sobre a preservação de dados contidos em dispositivos eletrônicos apreendidos.
As apreensões foram realizadas durante a Operação Compliance Zero, que investiga fraudes financeiras atribuídas ao Banco Master, sob a administração de um empresário. A decisão de Toffoli implica que celulares, notebooks e outros itens recolhidos em 42 endereços ligados aos alvos da investigação ficarão sem acesso imediato para análise pericial. Especialistas indicam que a extração rápida de dados é crucial para evitar a degradação de informações essenciais.
As consequências dessa determinação podem ser significativas para o andamento das investigações em curso. A Polícia Federal ainda não comentou oficialmente sobre o impacto da decisão de Toffoli na perícia dos materiais apreendidos. Com a operação em andamento, a situação se torna ainda mais delicada, dado que novos ilícitos foram supostamente identificados, exigindo atenção e agilidade das autoridades.

