Na quarta-feira (14), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que as execuções de manifestantes no Irã foram interrompidas, conforme informações de uma fonte confiável. Ele fez a afirmação durante uma coletiva de imprensa no Salão Oval, onde destacou que as mortes no país cessaram, embora não tenha revelado se houve comunicação direta com o governo iraniano.
Os protestos no Irã têm se intensificado, com o regime enfrentando uma onda de manifestações em mais de 180 cidades. Segundo entidades de direitos humanos, a repressão já resultou na morte de pelo menos 2.403 pessoas e ferimentos em mais de 1.300. Após ameaças de Trump sobre possíveis sanções, o governo iraniano acusou os EUA de tentar justificar uma intervenção militar no país.
A declaração de Trump ocorre em um momento crítico para as relações entre os Estados Unidos e o Irã, que já estão tensas. A interrupção das execuções pode ser uma tentativa do governo iraniano de aliviar a pressão internacional, mas as condições de repressão continuam severas, levantando preocupações sobre a segurança dos manifestantes e a situação dos direitos humanos no país.

