Em 15 de janeiro de 2026, o Hamas anunciou a formação de um comitê de especialistas para gerenciar a Faixa de Gaza após o conflito recente. A criação deste grupo foi elogiada pelo movimento palestino, que acredita que a iniciativa ajudará a solidificar o cessar-fogo estabelecido com a mediação do Egito. A guerra, que teve início em 7 de outubro, resultou em uma situação humanitária crítica na região.
O novo comitê, composto por 15 membros, atuará sob a supervisão do Conselho da Paz, conforme delineado no plano de paz do governo americano. Basem Naim, dirigente do Hamas, afirmou que essa medida é crucial para evitar o retorno à guerra e impulsionar a reconstrução da área devastada. Apesar de suas divergências com o movimento Fatah, o Hamas expressou sua disposição em apoiar um governo de unidade palestina.
A situação em Gaza ainda é delicada, com o exército israelense mantendo controle sobre parte do território, incluindo a cidade de Rafah. O cessar-fogo, que entrou em vigor em 10 de outubro, é considerado frágil e enfrenta desafios significativos. A comunidade internacional e os mediadores agora têm um papel fundamental em fornecer os recursos necessários para que o novo comitê possa atuar efetivamente.

