Um relatório divulgado em 15 de janeiro de 2026 revela que uma madre superiora, identificada como Marie-Agnès, assediou e maltratou freiras sob sua supervisão em uma congregação localizada no bairro de Montmartre, em Paris. As denúncias abrangem um período de mais de quatro décadas, durante o qual a madre e suas auxiliares impuseram severos abusos emocionais e físicos às religiosas, embora não tenham sido relatados casos de abuso sexual.
A investigação, conduzida por uma comissão que entrevistou 86 freiras e 28 ex-freiras, expôs um sistema de controle que envolvia espionagem, isolamento e até roubos. As acusações incluem práticas como alimentação forçada e privação de contato com familiares, além de chantagens e vigilância constante. Esses métodos criaram um ambiente similar a um

