A líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, esteve na Casa Branca em 15 de janeiro de 2026, para um encontro com o presidente Donald Trump. A reunião ocorre em meio a um cenário político conturbado na Venezuela, onde a vice-presidente Delcy Rodríguez se tornou a líder interina após a operação que capturou Nicolás Maduro. Desde então, a oposição tem enfrentado dificuldades, com Maria Corina sendo escanteada nas decisões sobre o futuro do país.
Durante o encontro, María Corina expressou seu apoio à ação militar dos EUA, mas insistiu que Edmundo González Urrutia, reconhecido como presidente eleito, deve assumir o poder imediatamente. Apesar de seu apelo, Trump não ofereceu apoio para essa transição e afirmou que ela não possui apoio suficiente para liderar o processo. A posição do presidente dos EUA levanta questões sobre a estratégia americana para a Venezuela e a eficácia do apoio à oposição.
As implicações dessa reunião podem ser significativas, uma vez que os EUA têm uma influência considerável na política venezuelana. A falta de apoio a María Corina e a continuidade da liderança de Rodríguez podem indicar um prolongamento da crise política no país. Enquanto isso, a situação da oposição e a resposta da comunidade internacional continuam a ser monitoradas, especialmente em relação ao futuro de González e a possibilidade de uma transição democrática.

