Em 15 de janeiro de 2026, os Estados Unidos anunciaram sanções contra cinco autoridades do Irã, acusadas de liderar a repressão violenta aos protestos em Teerã. A ação foi parte da estratégia de ‘pressão máxima’ do presidente Donald Trump, que busca responsabilizar o governo iraniano por suas ações contra os manifestantes e por violações dos direitos humanos.
O Departamento do Tesouro dos EUA, através de um comunicado, informou que as sanções incluem membros do Conselho Supremo de Segurança Nacional e do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica. Além disso, a prisão de Fardis, onde mulheres enfrentaram tratamentos cruéis, foi alvo das medidas. Scott Bessent, secretário do Tesouro, enfatizou que os EUA estão rastreando fundos transferidos por líderes iranianos para instituições financeiras internacionais, reforçando seu compromisso com o apoio ao povo iraniano.
Essas sanções refletem um endurecimento da política externa dos EUA em relação ao Irã, especialmente em um momento em que os protestos, iniciados por questões econômicas, desafiam o regime clerical. A resposta iraniana tem sido a de culpar potências estrangeiras, como os EUA e Israel, pela instabilidade interna. O desdobramento dessa situação poderá impactar as relações internacionais e a dinâmica de poder no Oriente Médio.

