Sóstenes Cavalcante critica transferência de Bolsonaro como vingança política

Fernanda Scano
Tempo: 2 min.

O líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante, manifestou forte oposição à decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que determinou a transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro para o Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. Em postagens na rede social X, Cavalcante classificou a medida como uma punição política e um ato de autoritarismo, destacando a data de 15 de janeiro de 2026 como um marco de preocupação para a democracia brasileira.

Em seu discurso, o parlamentar expressou que a transferência de um ex-presidente para uma unidade prisional por decisão unilateral representa uma violação dos princípios democráticos. Segundo ele, a situação atual do Brasil é caracterizada por um regime de arbítrio judicial, onde a justiça se torna uma ferramenta de opressão. Cavalcante criticou a ausência de um sistema de freios e contrapesos, evidenciando a gravidade da concentração de poder nas mãos de poucos.

Cavalcante alertou que a falta de limites ao poder pode resultar em tirania e que a sociedade é a mais afetada por essa opressão. Ele concluiu que o Estado de Direito no Brasil estaria em risco, afirmando que, enquanto alguns ignoram essa realidade, o povo pagará as consequências. Essas declarações refletem um clima de tensão política e judicial que pode ter desdobramentos significativos para o futuro da governança no país.

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