Na manhã de 16 de janeiro, Julio Iglesias, renomado cantor espanhol, se pronunciou sobre as graves acusações de assédio sexual e tráfico humano feitas por duas ex-funcionárias. Em sua declaração, publicada no Instagram, o artista classificou as alegações como ‘absolutamente falsas’, afirmando que nunca abusou, coagiu ou desrespeitou qualquer mulher. A mensagem também expressou sua tristeza diante da situação, que veio à tona após uma investigação da emissora americana Univision e do jornal espanhol elDiario.es.
As acusações, que envolvem supostos abusos ocorridos em 2021 nas mansões de Iglesias na República Dominicana e nas Bahamas, foram apoiadas por organizações como a Women’s Link Worldwide e a Anistia Internacional. As duas ex-funcionárias, cujas idades na época eram de 22 e 28 anos, relataram experiências de maus-tratos e assédio, incluindo alegações de penetração não consensual. O Ministério Público espanhol já anunciou que colherá depoimentos das denunciantes, que recebem proteção como testemunhas no caso.
As repercussões dessa situação podem ser significativas para a carreira de Julio Iglesias, que se posiciona como uma figura icônica na música espanhola. A resposta do cantor e os desdobramentos legais que se seguirão poderão influenciar a percepção pública e a sua reputação. O caso destaca questões mais amplas sobre assédio no local de trabalho e a necessidade de garantir um ambiente seguro para todos os funcionários, independentemente de sua posição ou fama.

