Em um evento significativo, o presidente chinês, Xi Jinping, e o primeiro-ministro canadense, Mark Carney, assinaram, no dia 16 de janeiro de 2026, um acordo de parceria estratégica em Pequim. Este acordo, celebrado após anos de tensões diplomáticas, visa facilitar o comércio e o turismo entre as duas nações. Carney definiu a assinatura como um marco, encerrando um período de desconfiança mútua entre os países.
O novo pacto inclui a eliminação de barreiras comerciais, como a entrada de 49.000 veículos elétricos da China no Canadá com tarifas preferenciais, e uma redução significativa nas tarifas sobre produtos de canola. Além disso, o Canadá permitirá a entrada de visitantes chineses sem a necessidade de visto. Essa reaproximação segue um histórico complicado que começou em 2018, quando a prisão de uma executiva da Huawei pelo Canadá provocou uma resposta severa da China.
As implicações desse acordo são vastas, podendo fortalecer os laços econômicos entre os dois países e influenciar a dinâmica comercial na região. Com os Estados Unidos sendo o principal parceiro comercial do Canadá, a China ocupa uma posição secundária, mas essencial. A visita de Carney à China, a primeira de um primeiro-ministro canadense em oito anos, simboliza um novo começo nas relações bilaterais.

