Venezuela solta cidadão tcheco acusado de complô contra Maduro

Thiago Martins
Tempo: 2 min.

A Venezuela anunciou a libertação de Jan Darmovzal, um cidadão tcheco de 35 anos, detido em setembro de 2024 por supostamente conspirar para assassinar o presidente deposto Nicolás Maduro. A informação foi divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores da República Tcheca nesta sexta-feira, 16 de janeiro de 2026, destacando a libertação de vários cidadãos de países europeus e americanos.

Darmovzal estava preso junto com outros prisioneiros, incluindo quatro americanos e dois espanhóis, que também foram libertados recentemente. O ministro das Relações Exteriores da República Tcheca, Petr Macinka, relatou que a libertação ocorreu após semanas de negociações intensas, e um avião já foi enviado para trazer os libertados de volta ao país. Além do tcheco, cidadãos de Albânia, Alemanha, Irlanda, Países Baixos, Romênia e Ucrânia também foram soltos.

Os governos da República Tcheca, dos Estados Unidos e da Espanha negaram qualquer envolvimento nas alegações de complô, que surgiram após as eleições presidenciais de julho de 2024. O governo venezuelano, por sua vez, afirmou ter apreendido armamentos durante as detenções. O desdobramento desse caso pode impactar as relações diplomáticas entre a Venezuela e os países envolvidos, além de gerar discussões sobre os direitos humanos e as práticas judiciais no país.

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