No dia 17 de janeiro de 2026, o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) anunciou o início do processo de ressarcimento para os investidores que possuíam CDBs do Banco Master, que foi liquidado extrajudicialmente. O total destinado aos pagamentos alcança R$ 41 bilhões, representando cerca de um terço do caixa do FGC, que totaliza R$ 120 bilhões, sendo essa a maior operação de liquidação de uma instituição financeira no Brasil até o momento.
Os clientes que têm direito ao ressarcimento foram notificados pelas instituições onde investiram, mas é importante ressaltar que o processo de recebimento não é automático. O FGC estabelece que não há prioridade para investidores com maiores valores aplicados, sendo que a ordem de pagamento será determinada pela data de cadastro no aplicativo do Fundo. Além disso, os valores serão corrigidos até a data da liquidação, mas não haverá correção posterior pela Selic ou inflação.
Os investidores precisam se cadastrar no aplicativo do FGC, fornecendo informações pessoais e uma conta bancária para o depósito. Este procedimento é essencial para garantir a segurança das informações e evitar fraudes. A expectativa é que o processo de ressarcimento ocorra de maneira eficiente, considerando a grande quantidade de clientes afetados pela liquidação do Banco Master.

