CPMI do INSS apura esquema de lavagem de dinheiro em fraudes previdenciárias

Rafael Barbosa
Tempo: 1 min.

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS recebeu, nesta semana, relatórios do Coaf que revelam um esquema de lavagem de dinheiro envolvendo diversas empresas. O escândalo inclui estabelecimentos como borracharias e funerárias, demonstrando a complexidade da rede de fraudes. Os desvios bilionários impactaram milhões de aposentados ao longo dos mandatos de Jair Bolsonaro e Lula.

As investigações apontam que sindicatos de fachada estavam envolvidos no pagamento de propinas a servidores do INSS, permitindo o acesso a cadastros de aposentados e a implementação de descontos ilegais. A CPMI está quebrando sigilos financeiros para rastrear o dinheiro desviado, evidenciando a gravidade da situação. O uso de empresas diversas para lavar o dinheiro roubado ressalta a sofisticação do esquema criminoso.

Com o avanço das investigações, as implicações desse escândalo são profundas, podendo resultar em novas legislações e maior fiscalização sobre o sistema previdenciário. A CPMI promete desdobramentos significativos, revelando a corrupção que permeou a administração pública. O ano de 2026 se apresenta como um período crucial para a recuperação da confiança na Previdência Social brasileira.

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