Em 17 de janeiro de 2026, o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, acusou o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de incitar protestos que resultaram em mais de 3.000 mortes no país. Khamenei descreveu Trump como criminoso pelas consequências das manifestações, que começaram em 28 de dezembro devido a dificuldades econômicas e se transformaram em um pedido de fim do governo clerical. Essas declarações foram feitas durante uma transmissão na mídia estatal iraniana.
Os protestos, considerados os mais intensos em anos, levaram a uma repressão violenta, com Khamenei responsabilizando os EUA e Israel por instigar a agitação. A tensão entre as duas nações se agravou com as ameaças de Trump de intervenções mais severas caso o Irã executasse os manifestantes. No entanto, Trump também agradeceu ao governo iraniano por não proceder com as execuções, embora a situação continue volátil e cheia de incertezas.
As declarações de Khamenei sinalizam uma escalada nas hostilidades entre o Irã e os Estados Unidos, refletindo um clima de desconfiança e medo de um conflito mais amplo. A pressão interna por mudanças no Irã parece aumentar, enquanto o governo enfrenta críticas tanto internas quanto externas. O desdobramento dessa situação pode ter impactos significativos na política da região e nas relações internacionais envolvendo o Irã.

