A ONG Hengaw, focada em direitos humanos, desmentiu as alegações de Israel sobre a suposta execução do manifestante Erfan Soltani, ocorrida no último domingo, dia 18 de janeiro. Segundo a organização, Soltani, de 26 anos, está “vivo e estável”, um relato que contrasta com as informações divulgadas por fontes próximas ao governo israelense.
Em um comunicado recente, a Hengaw informou que a família de Soltani o visitou e confirmou que ele se encontra em boas condições físicas. O órgão ainda destacou que a desinformação sobre a morte do jovem poderia ter repercussões significativas, tanto internamente no Irã quanto nas relações externas da República Islâmica.
As alegações de Israel, que afirmaram que Soltani teria sido “brutalmente assassinado” enquanto estava sob custódia, geraram uma onda de especulações. A situação ressalta a complexidade das narrativas sobre direitos humanos no Irã e a necessidade de um acompanhamento minucioso por parte da comunidade internacional.

